Terceira troca liberta 17 reféns, e lista indica 39 palestinos soltos

Terceira troca liberta 17 reféns, e lista indica 39 palestinos soltos

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Na terceira rodada de troca entre reféns e prisioneiros, 14 israelenses e três estrangeiros, entre eles um russo, foram liberados neste domingo (26). Entre os reféns, estão nove menores de 18 anos, quatro mulheres e um homem, segundo informações da agência de notícias Reuters. Lista recebida pelo Egito indica que, como parte do acordo de trégua, 39 palestinos presos em Israel serão soltos. 

O Hamas informou que a libertação do refém de Gaza com cidadania russa para a Cruz Vermelha Internacional é um reconhecimento à posição de Moscou.

“A trégua está ocorrendo sem bloqueios”, segundo o comunicado do Serviço de Informações do Estado (SIS) do Egito. O texto diz que 120 caminhões de ajuda passaram do Egito para Gaza neste domingo, incluindo dois caminhões de combustível e dois com gás de cozinha.

A trégua de quatro dias no conflito foi intermediada pelo Egito e pelo Catar e prevê a libertação de 50 israelenses, incluindo mulheres e crianças, tomados como reféns em 7 de outubro, e, em troca, Israel liberta 150 prisioneiros palestinos, incluindo mulheres e adolescentes.

O Hamas anunciou em um comunicado neste domingo que está buscando estender a trégua de quatro dias com Israel, caso sejam feitos esforços sérios para aumentar o número de prisioneiros palestinos libertados.

Conflito

Esta é a  primeira interrupção dos conflitos desde que os combatentes do Hamas invadiram o sul de Israel em 7 de outubro, matando 1.200 pessoas e fazendo cerca de 240 reféns.

Em resposta, Israel lançou bombas e projéteis sobre o território palestino e com uma ofensiva terrestre no norte. Até o momento, cerca de 14.800 pessoas, aproximadamente 40% delas crianças, foram mortas, informaram as autoridades de saúde palestinas nesse sábado (25).

*Com informações da agência de notícias Reuters
 

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FonteAgência Brasil

Entenda a origem do Hamas, grupo islâmico palestino que controla Gaza

Entenda a origem do Hamas, grupo islâmico palestino que controla Gaza

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Um dos principais atores do conflito no Oriente Médio é o Hamas, grupo que liderou o ataque contra Israel no dia 7 de outubro, sendo considerado uma organização terrorista por países como Estados Unidos, Reino Unido, Japão e nações europeias. Para entender a guerra atual na Palestina, é preciso conhecer as origens e história dessa organização. 

O Hamas, palavra que significa “Movimento de Resistência Islâmica”, foi fundado em 1987 após o início da primeira Intifada, que foi uma ampla revolta palestina contra a ocupação israelense em seus territórios. O grupo foi criado a partir da Irmandade Mulçumana que, até então, fazia um trabalho de assistência social na Palestina.   

Ao contrário do Fatah, partido que ainda hoje administra parte da Cisjordânia, o Hamas não aceitou desistir da luta armada e se opôs aos acordos de Oslo, que levaram a Organização pela Libertação da Palestina (OLP) a depor as armas e negociar com Israel.     

A partir dos anos 2000, Hamas passou a disputar eleições e, em 2006, conquistou a maioria no legislativo (76 das 132 cadeiras), em um pleito considerado limpo por observadores internacionais. Porém, Israel, Estados Unidos e potências europeias não aceitaram o resultado e a disputa entre Fatah e Hamas separou o território palestino, com Fatah controlando parte da Cisjordânia e Hamas ficando com toda Faixa de Gaza. Desde então, Gaza vive um bloqueio imposto por Israel, que monitora a entrada e saída de pessoas e mercadorias.  

Para entender melhor a história desse grupo islâmico, a Agência Brasil entrevistou dois especialistas no assunto. O primeiro foi o professor de jornalismo da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo José Arbex Junior, que é escritor e doutor em História pela USP. Autor do livro Terror e Esperança na Palestina, ele foi correspondente internacional da Folha de São Paulo em Moscou e Nova York.  

A segunda foi com a professora de pós-graduação em Relações Internacionais da PUC de Minas Gerais Rashmi Singh. De origem indiana, ela estuda a questão árabe-israelense há mais de 20 anos e escreveu o livro O Hamas e o terrorismo suicida: abordagens multicausais e multiníveis.  

Agência Brasil: O que determinou a origem do Hamas?  

José Arbex: Ele surge, na sua versão original, como um braço da Irmandade Mulçumana na palestina, organização que tem como principal objetivo a assistência social, filantrópica e educativa para atenuar as misérias causadas pela pobreza. Com a 1ª intifada, o Hamas foi criado com objetivo de lutar militarmente contra Israel.  

Eles entenderam, a partir da 1ª intifada, que não havia mais como negociar, uma vez que Israel exercia força bruta, incluindo assassinatos contra adolescentes e crianças. Isso distanciou o Hamas da OLP, que assumiu o caminho do diálogo, abandonando a luta armada.  

 

24/10/2023, Rashmi Singh, professora de relações internacionais da PUC Minas, durante entrevista a TV Assembleia MG. Foto: Frame/TV Assembleia MG
24/10/2023, Rashmi Singh, professora de relações internacionais da PUC Minas, durante entrevista a TV Assembleia MG. Foto: Frame/TV Assembleia MG

Rashmi Singh, professora de relações internacionais da PUC Minas, durante entrevista a TV Assembleia MG. Frame/TV Assembleia MG

Rashmi Singh: O Hamas foi criado a partir da Irmandade Mulçumana, organização que estava presente na Faixa de Gaza desde 1945. O grupo foi criado para ter uma participação mais ativa na resistência contra a ocupação de Israel com a 1ª intifada.   

Com a 1ª intifada, a Irmandade quis participar para ficar relevante no ambiente político palestino. Como eles tinham medo da resposta de Israel, criaram o Hamas.  

A diferença do Hamas para os outros partidos palestinos foi o uso do islamismo no discurso para ganhar a nação palestina. Já haviam partidos antigos usando narrativas de nacionalismo palestino e defendendo a luta armada. O que mudou com Hamas foi a ligação do partido com o Islã.  

Agência Brasil: Quando o Hamas começou a usar violência contra alvos civis?  

José Arbex: Num dado momento, surge dentro do Hamas a disposição de promover ataques a bombas contra civis, mas essa não foi a única forma de luta do grupo. O Hamas também apoiou várias tentativas de luta civil em que a população fazia marchas pacíficas até a fronteira. Em resposta, Israel mandava atirar matando e mutilando centenas de civis. Isso demonstrava que não havia como negociar pacificamente com Israel. 

Sempre teve gente muito radical e gente mais disposta ao diálogo no Hamas. Até hoje é assim. O que aconteceu é que o atentado em Hebron foi tão brutal que despertou ainda mais os setores mais radicais do Hamas [Em 1994, um colono israelense abriu fogo contra palestinos que rezavam em uma mesquita, matando 29 pessoas]. Quando o colono faz isso e não é punido, isso desperta os setores mais radicais do Hamas. 

Rashmi Singh: É difícil falar o momento que eles começaram a usar terrorismo. Hamas tinha uma narrativa violenta desde o início da 1ª intifada, mas não era só o Hamas. O próprio Fatah e outros partidos também tinham essa narrativa violenta. Inicialmente, a violência do Hamas era contra alvos militares até porque os tanques invadiram as cidades palestinas na 1ª intifada, não tinha como não ser contra militares. 

Mas quando começou o acordo de Oslo eles percebem que, para continuar a ter relevância, tinham que manter a posição revolucionária e, para isso, precisavam usar violência, fazendo isso contra os colonos e militares israelenses.  

Hamas tem objetivos estratégicos para usar o terrorismo. O primeiro objetivo é sempre a sobrevivência. Eles usam violência para sobreviver em um ambiente político que não têm mesmo nível dos outros partidos. O segundo objetivo é para ficar relevante. Outro motivo é a vingança.  

É muito difícil explicar como a ocupação israelense é pesada, como é difícil o dia a dia dos palestinos. É difícil falar com palavras, tem que ir lá ver a ocupação. Nesse cenário, um dos objetivos da violência é a vingança. Muitos voluntários do Hamas perderam famílias, casas, e tiveram irmãs estupradas. A violência do Hamas é uma vingança contra a violência da ocupação.  

Agência Brasil: Qual o atual objetivo do Hamas? Há espaço para negociação?   

Entenda a origem do Hamas, grupo islâmico palestino que controla Gaza. Jornalista José Arbex. Foto: Flickr/Damião A. Francisco
Entenda a origem do Hamas, grupo islâmico palestino que controla Gaza. Jornalista José Arbex. Foto: Flickr/Damião A. Francisco

Entenda a origem do Hamas, grupo islâmico palestino que controla Gaza. Jornalista José Arbex. Flickr/Damião A. Francisco

José Arbex: A primeira carta de princípios do Hamas, de 1987, dizia que o objetivo era acabar com Israel e com os judeus, declarações que poderiam ser classificadas como antissemitas. Mas, em 2017, elas adotaram outra carta e substituem a palavra judeu, se colocando contra apenas os sionistas. Além disso, proclamam a intenção de criar um Estado islâmico, regido pelas leis islâmicas, mas onde seriam assegurados os direitos e a plena cidadania a islâmicos, cristãos e judeus.  

Ao contrário do que dizem, o Hamas quis, ao longos dos anos, entrar num processo de negociação. Quem não quer é israel. A própria OLP, por exemplo, era chamada de terrorista antes do acordo de Oslo e isso não impediu Israel de negociar.  

Rashmi Singh: Hamas sempre mostrou capacidade para negociação. Temos que separar o que é narrativa e o que é comportamento. Apesar de sempre ter existido essa narrativa de não aceitar Israel, na prática eles sempre mostraram capacidade de diálogo, diferente da Jihad Islâmica, que é bem mais radical e não tem capacidade de negociar.  

Foram muitas vezes que eles sugeriram parar de usar violência, desde que Israel aceitasse determinadas condições, mas essas condições nunca foram aceitas, como o retorno dos palestinos para suas terras. Temos que entender que Israel não aceita a solução dos dois estados.  

Nós perdemos a oportunidade de moderar o Hamas quando ele ganhou as eleições em 2006 e o resultado foi rejeitado. Foi um grave erro nessa época.  

Agência Brasil: O que aconteceu depois da vitória do Hamas em 2006? 

José Arbex: Aconteceu que Israel e os EUA não reconheceram as eleições, considerada limpa por observadores internacionais. Como não aceitaram o resultado, iniciou-se uma disputa que deu ao Hamas o controle da Faixa de Gaza, com a Cisjordânia ficando com a Autoridade Nacional Palestina (ANP) [entidade que administra parte da Cisjordânia e, até 2006, administrava Gaza].  

Mas essa foi uma crise provocada por Israel e Estados Unidos. Afinal, Benjamin Netanyahu [primeiro-ministro de Israel] achava bom o crescimento do Hamas porque isso dividia os palestinos.   

Por isso, Israel fechou os olhos para o fato de o Hamas receber verbas e dinheiro do Catar e de outras fontes sunitas. Durante todo esse período, Israel permitiu que Hamas recebesse fundos, mantendo a política terrível chamada de ceifadeira. Essa política deixava o Hamas crescer e se armar. Depois de crescer um pouco, Israel vai lá e dá uma “podada” na grama. Isso explica os ataques à Gaza de tempos em tempos.  

Rashmi Singh: O Hamas ganhou em uma situação de guerra e de muita violência. Havia também muita corrupção na Autoridade Nacional Palestina. O sentimento da população, depois de dez anos de Oslo, era de que a ANP não tinha capacidade de garantir a paz ou os dois estados.  

Porém, Israel, Estados Unidos e União Europeia não aceitaram o resultado da eleição democrática. Esses países começaram a apoiar a ANP para dividir o movimento palestino. Mahmoud Abbas, que perdeu as eleições, viu a chance de continuar no poder e também não aceitou a vitória do Hamas.  

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FonteAgência Brasil

Taylor Swift: T4F recebe ‘chuva de processos’ em uma semana e perde 15% de valor de mercado

Taylor Swift: T4F recebe 'chuva de processos' em uma semana e perde 15% de valor de mercado

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ARACAJU, SE (FOLHAPRESS) – A T4F, produtora que trouxe os shows de Taylor Swift para o Brasil, começa a sofrer as consequências das caóticas (e trágicas) apresentações da cantora no Rio de Janeiro. Desde a última segunda-feira (20), chovem processos judiciais contra a empresa. Os valores de suas ações despencaram.

Levantamento da reportagem mostra que, ao todo, 30 ações de clientes foram protocoladas. Todas elas pedem indenização por danos morais e materiais de consumidores revoltados com as dificuldades nos shows. A cidade que mais tem processos novos contra a T4F é o Rio de Janeiro, onde aconteceram as apresentações. Só nela, são sete ações, em diferentes varas da capital fluminense.

Os valores dos pedidos variam entre R$ 6 mil e R$ 50 mil. O pedido mais alto é de um psicólogo e advogado, do interior do Rio de Janeiro, que diz ser diabético e acusa da T4F de impedi-lo de tomar água no estádio Nilton Santos, o que colocou a sua vida em sério risco. O caso corre no TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio).

Outras ações contra a T4F são oriundas de estados como Sergipe, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul e Goiás. Nenhuma delas tem previsão de apreciação ou julgamento pelos tribunais locais.

Advogado especialista em direito penal e do consumidor, Ricardo Brajterman explicou à reportagem quais serão os próximos passos do judiciário. Para ele, a análise dos juízes será baseada em comprovações de perda financeira e até mesmo da vida dos fãs da cantora.

“O Art. 14 do código de defesa do consumidor estabelece que o fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços”, diz Brajterman.

“A tarefa do Judiciário será analisar se as condutas e eventuais omissões da T4F foram praticadas com negligência, impudência e se ela contribuiu para os danos que são cobrados nesses processos, sobretudo em relação à reembolso de ingressos, gastos com transporte e hospedagem”, conclui o advogado.

VALOR DE MERCADO

Junto com a enxurrada de processos judiciais, a T4F tem que lidar com outra perda: a de seu valor de mercado. Desde segunda (20), a empresa acumula uma perda de 15% no valor de suas ações negociadas na bolsa de valores de São Paulo.

Com isso, a T4F foi a empresa que mais perdeu valor de ações na semana no Brasil, segundo o índice Ibovespa. Nesta quinta (23), o CEO da T4F, Serafim Abreu, fez o primeiro posicionamento oficial da empresa após a morte da estudante Ana Benevides, e pediu desculpas pelo que chamou de “fatalidade”.

“Estamos absolutamente desolados, muito tristes com a perda da jovem Ana Clara, apesar do pronto atendimento e de todos os esforços realizados pelas equipes médicas no evento e no hospital. À família de Ana Clara, quero expressar os nossos mais sinceros sentimentos”, disse Abreu.

A T4F foi procurada pela reportagem para falar sobre os processos e a perda de valor das ações, mas não obteve resposta.

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Fonte: Notícia ao MinutoSource link

Johnson & Johnson propõe pagar quase US$ 9 bi para encerrar processos judiciais sobre talco

A empresa foi processada por milhares de pessoas que alegam que o uso de pós contendo talco da J&J causava câncer

A Johnson & Johnson (J&J) propôs pagar pelo menos US$ 8,9 bilhões a milhares de pessoas que processaram a empresa alegando que o uso de pós contendo talco da J&J causava câncer, no que seria um dos maiores acordos de responsabilidade de produtos de todos os tempos.

A empresa também informou na terça-feira que sua unidade LTL Management LLC, que a havia criado para lidar com o litígio, entrou com novo pedido de recuperação judicial para buscar a aprovação do plano para fazer os pagamentos ao longo de 25 anos.

Se um tribunal de falências e a grande maioria dos reclamantes aprovarem as medidas, a J&J poderá resolver milhares de ações judiciais que acompanharam a empresa nos últimos anos, prejudicando a reputação da empresa e impedindo os esforços recentes de desmembrar sua unidade de venda de talco para bebês e outros produtos de consumo.

A J&J, que não admitiu irregularidades, disse que sua proposta tem o apoio da grande maioria dos requerentes, mais de 60.000 pessoas. A lei de falências exige que 75% dos requerentes de voto votem a favor do plano.

Um grupo de escritórios de advocacia dos queixosos, que dizem representar cerca de 70.000 pessoas com reivindicações arquivadas ou pendentes contra a empresa, disseram apoiar o acordo proposto pela J&J.

Fonte: Dow Jones Newswires

Biden a caminho da Polônia para aniversário da invasão à Ucrânia

A informação foi avançada pela porta-voz da Casa Branca Karine, Jean-Pierre, que acrescentou ainda que a viagem de Biden o vai levar a Varsóvia, na Polónia, onde vai encontrar-se com os residentes do país e líderes dos países do flanco oriental da NATO.

O  presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden, deverá ir a Polônia nesta segunda-feira para uma visita de dois dias que marcará um ano de invasão da Rússia à Ucrânia.

De acordo com a Sky News, é esperado que Joe Biden e o primeiro-ministro polaco, Mateusz Morawiecki, discutam o aumento da presença de tropas norte-americanas no país, numa altura em os EUA já têm cerca de 11 mil soldados em rotação na Polônia.

Na Polônia, país fronteiriço com a Ucrânia, Biden vai se encontrar ainda com o homólogo polaco, Andrzej Duda, “para falar sobre a cooperação bilateral e esforços coletivos para apoiar a Ucrânia e fortalecer as capacidades de dissuasão da OTAN”, adiantou a Casa Branca quando anunciou a deslocação.

O democrata agradecerá a Duda pelos 3.800 milhões de dólares em ajuda enviados à Ucrânia, por acolher 500.000 refugiados ucranianos e por acolher forças dos EUA na região.

Após essa reunião, o Presidente dos EUA fará um discurso em Varsóvia por ocasião do primeiro aniversário da invasão russa da Ucrânia.

A visita, agendada até quarta-feira, vai servir para “reafirmar o apoio inabalável dos Estados Unidos à segurança da aliança”, referiu a porta-voz da Casa Branca Karine, Jean-Pierre, na sexta-feira.

Em março de 2022, um mês após o início da invasão russa à Ucrânia, Biden visitou as cidades polacas de Rzeszów e Varsóvia, onde se reuniu com refugiados ucranianos, além de fazer um discurso duro contra o presidente russo Vladimir Putin.

Desde o início da guerra na Ucrânia, os EUA destinaram 29.300 milhões de dólares em ajuda militar a Kiev, tornando-se o maior doador de ajuda militar desde o início da guerra.

O governo polaco já manifestou o desejo de que Biden “anuncie o estabelecimento de bases militares permanentes da OTAN na Polônia” durante a sua próxima visita ao país.

A invasão russa causou até agora a fuga de mais de 14 milhões de pessoas – 6,5 milhões de deslocados internos e mais de oito milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU.

Fonte: Noticiasaominuto

Não há informação de brasileiros mortos após terremoto na Turquia, afirma Itamaraty

Um terremoto de magnitude 7,8 atingiu a Turquia na madrugada desta segunda (6)

Até o momento, não há informações de brasileiros entre os mais de 2.300 mortos, segundo o Itamaraty, no terremoto de magnitude 7,8 que atingiu a Turquia na madrugada desta segunda (6), noite de domingo (5) no Brasil.

“O governo brasileiro acompanha, com grande preocupação, as informações sobre o devastador terremoto ocorrido na Turquia e na Síria na manhã de hoje”, afirma o Ministério das Relações Exteriores por meio de nota.

“Não há, até o momento, notícia de brasileiros mortos ou feridos. As embaixadas do Brasil em Ancara e Damasco, bem como o consulado-geral do Brasil em Istambul, estão acompanhando os desenvolvimentos no terrenos, em regime de plantão”, informa a chancelaria.

“Por meio da Agência Brasileira de Cooperação e em coordenação com os países das áreas atingidas, o governo brasileiro está providenciando formas de oferecer ajuda humanitária às populações afetadas pelo terremoto.”

Até agora, são mais de 2.400 mortos no total. Na Turquia, 1.541 pessoas morreram e mais de 8.500 ficaram feridas, segundo as autoridades locais, no pior sismo no país desde 1939. Na Síria, são 538 mortos, de acordo com o regime de Bashar al-Assad, mais 380 mortes relatadas pelos Capacetes Brancos em áreas controlados por rebeldes.

Outros países manifestaram solidariedade e se prontificaram a enviar ajuda às nações afetadas.

O governo de Vladimir Putin, na Rússia, disse que dois aviões Ilyushin-76, da era soviética, estão com equipes de resgate disponíveis para voar para a Turquia. O russo tem importantes laços com Bashar al-Assad, que apoia na guerra civil síria, e com Erdogan, que flerta entre a Otan, a aliança militar ocidental, e Moscou.

Na mesma toada, o governo da Ucrânia também se prontificou a enviar “um grande grupo de resgate”. O americano Joe Biden disse estar profundamente entristecido pelo terremoto. Segundo o secretário de Estado, Antony Blinken, afirmou que seu país já está prestando assistência a Ancara e que organizações humanitárias apoiadas pelos EUA fazem o mesmo na Síria.

O premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, anunciou o envio de equipes de emergência à Turquia e disse que pretende fazer algo semelhante pela Síria. A União Europeia, por sua vez, afirmou que dez times de resgate foram mobilizados de Bulgária, Croácia, República Tcheca, França, Grécia, Holanda, Polônia e Romênia para apoiar os esforços na Turquia.

Fonte: Noticias ao Minuto

Ucrânia acusa Rússia de bombardear mesquita com civis em Mariupol

A acusação foi feita pelo Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia, que não deu informações sobre mortos ou feridos

A Ucrânia acusa a Rússia de bombardear uma mesquita na cidade de Mariupol, no sul do país, onde estariam mais de 80 adultos e crianças, incluindo cidadãos turcos, neste sábado (12).

A acusação foi feita pelo Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia, que não deu informações sobre mortos ou feridos. Ainda não foi possível confirmar o bombardeio. O governo Vladimir Zelenski acusa a Rússia de se recusar a permitir que civis saiam de Mariupol, enquanto a Rússia culpa a Ucrânia pelo fracasso em retirar a população.

“A mesquita do sultão Suleiman, o Magnífico, e sua esposa Roxolana (Hurrém Sultana) em Mariupol foi bombardeada por invasores russos”, disse o governo no Twitter. “Mais de 80 adultos e crianças se escondem do bombardeio no local, incluindo cidadãos da Turquia.”Kiev
Após um dia sem aparente avanço nas negociações com a Ucrânia, a Rússia atacou cidades do oeste que ainda não tinham sido atingidas pela guerra que devasta o país desde 24 de fevereiro.

Houve bombardeios em Dnipro, Lutsk e Ivano-Frankivsk. Em Dnipro, um jardim de infância e uma fábrica de sapatos foram atingidos.

Imagens de satélite mostram que parte do comboio russo de mais de 60 km nas proximidades de Kiev se reagrupou em cidades próximas à capital. Na avaliação do Ministério da Defesa do Reino Unido, a manobra indica um possível ataque massivo à capital nos próximos dias.

Fonte: Jornal de Brasilia 

Árvore de Natal pega fogo e mata pai, filhos e cães nos EUA

Um homem de 40 anos, mais dois dos três filhos, de 11 e 8, e os cães da família morreram num incêndio, no dia de Natal, em uma casa na Pensilvânia, nos EUA.

Conta a ABC6 que o fogo surgiu na árvore de Natal, possivelmente devido a um sobreaquecimento das luzes, por volta da 1h30 de sábado, dia 25 de dezembro.

Quando os bombeiros chegaram ao local ainda tentaram resgatar a família, mas não conseguiram. As chamas eram tão fortes que estiveram mais de uma hora para as conseguir apagar.

A mulher e mãe das vítimas conseguiu escapar do fogo, assim como o filho mais velho. Ambos estão agora no hospital com alguns ferimentos mas, principalmente, em choque com a tragédia que se abateu sobre a família.

Entretanto, amigos do casal criaram uma conta GoFundMe para arrecadar fundos para ajudar nas despesas dos funerais e a reconstruir a casa. Até ao momento já foram angariados mais de 600 mil dólares.

Fonte: Noticias ao Minuto