Vigilantes de hospitais públicos e UBSs voltam a trabalhar,

Vigilantes de hospitais públicos e UBSs voltam a trabalhar,

A maioria dos vigilantes de hospitais e Unidades Básicas de Saúde (UBSs) que paralisaram as atividades nesta segunda-feira (8) já retornou aos postos de trabalho. No entanto, os trabalhadores da vigilância das UBSs de Guará a de Riacho Fundo seguem sem receber pagamento e, por isso, mantêm a paralisação. 

A retomada da maior parte dos vigilantes aconteceu após a empresa Ipanema Segurança Ltda ter realizado o pagamento dos salários atrasados. Mas, de acordo com a direção Sindicato dos Vigilantes (Sindesv-DF), o pagamento das férias segue em atraso. 

“É difícil a situação da Ipanema, o ideal é que substituísse a empresa”, avaliou o diretor do Sindesv-DF, Gilmar Rodrigues. 

O Sindicato aponta que além de recorrentemente não efetuar o pagamento no prazo estabelecido, a empresa também não recolhe o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) dos trabalhadores há um ano e não fornece uniforme aos vigilantes há mais de dois anos.

Cerca de 90% dos 1,5 mil vigilantes que atuam nos hospitais e Unidades Básicas de Saúde (UBSs) aderiram ao movimento grevista. Na manhã desta segunda (8), os trabalhadores fizeram protestos em frente aos hospitais de Samambaia, Taguatinga, Ceilândia e Brazlândia. De acordo com o Sindesv-DF, cerca de 5% dos vigilantes ainda estão paralisados.

Procurada pela reportagem, a empresa Ipanema Segurança Ltda disse que o pagamento dos salários dos vigilantes das unidades de saúde de Guará e Riacho Fundo deverá ser feito ainda nesta quarta-feira (10). A empresa não se manifestou em relação ao atraso do pagamento das férias, o não recolhimento do FGTS e a falta de fornecimento de uniforme.

Já a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), a quem a Ipanema presta serviço, disse que “os pagamentos correspondentes aos serviços prestados estão dentro dos prazos regimentais para liquidação” e que a pasta acompanha a situação para “não haver prejuízo aos serviços prestados, seja nas UBSs ou nos hospitais da rede”. A SES-DF informou ainda que está em contato com a empresa responsável.

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Edição: Márcia Silva

Fonte: Brasil de Fato DF

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